Toda a educação, no momento, não parece motivo de alegria, mas de
tristeza. Depois, no entanto, produz naqueles que assim foram
exercitados um fruto de paz e de justiça
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Quando acaba uma partida de tênis, os dois jogadores mal se falam.
Trocam aperto de mão ainda chispando de ódio. Já no boxe, após
socarem-se, inchados, sangrastes abraçam-se efusivos. Há afeto no
abraço, reconhecimento - quase sempre - do talento e coragem alheios.
Entre dois homens que se enfrentam fisicamente, após o máximo de tensão
e raiva, surge admiração, o respeito, brota a amizade. O tênis é ao
mesmo tempo o mais violento e o mais civilizado dos desportos. É tão
violento, que se transformou no mais distinto e elegante. São 2 horas
de uma pancadaria como não há outra em qualquer desporto. Dois seres
humanos, com um tacape nas mãos, esbordoam uma bola com energia
potente, por horas. É jogo silencioso. Olhar de lince, ação de
espreita, jogo limpo, cada qual em seu território, nenhuma
promiscuidade física, os debatedores olham-se ao longe, não se
misturam, não se roçam, não sentem o cheiro do outro, tudo, sempre,
civilizado, anti-séptico, vestidos de branco, toalha para o suor. E, no
entanto, odeiam-se talvez porque jamais consegue transformar a raiva em
atrito real, confronto entre forças físicas em choque. No boxe, o
oposto. Luta dramática, agônica, a resistência em seu limite, abraços,
baba suor, sangue, cuspe, cheiros, a um passo da humilhação pela queda,
a derrota patente, o cansaço, a superação, força, técnica e resistência
misturadas, exaustão, estresse e o enorme orgulho, ao final, de haver
logrado superar não o adversário, mas, sobretudo a si mesmo.
Amor
Se
eu pudesse ser uma parte de ti, escolheria ser tuas lágrimas. Porque tuas
lágrimas são concebidas em teu coração, nascem em
teus olhos, vivem em teu rosto, e morrem em teus lábios.
Amor
Se
aprende a amar não quando se encontra a pessoa perfeita, e sim quando se
aprende a crer na perfeição de uma pessoa imperfeita.
Tipos de comunicação escrita
|
Tipos de comunicação escrita
|
||||||||
|
|
|
|||||||
|
|
| |||||||
Para escrever bem
- Saiba
o que você quer dizer antes de começar, planeje;
- Não
use frases e parágrafos muito extensos;
- Evite
abreviações;
- Procure
não repetir a mesma palavra, troque-a por sinônimos.
- Não
use rimas e palavras de difícil entendimento;
- Seja
direto, claro e simples e não fuja do tema proposto;
- Prefira
palavras curtas e familiares;
- Prefira
verbos ativos, evite os passivos;
- Use
estilo conversacional, escreva do modo que você falaria;
- Coloque pessoas nas suas sentenças, evite o impessoal.
Para Refletir
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado
algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do
mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta."
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta."
Amigos
"A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades."
Artigo de Opinião
Descriminalizar
ou não a maconha é assunto que vem gerando debates. A discussão sobre o
tema, polêmica criada pelo deputado federal Paulo Teixeira, após
declarar que o governo deveria regulamentar o plantio da maconha, vem
causando controversas entre os cidadãos brasileiros.
Levando-se
em consideração essa polêmica procuro me posicionar contrário a ela,
pois não vejo pontos positivos em tal ideia a ser posta em prática.
Primeiramente,
legalizar a maconha não quer dizer que seu tráfico vai desaparecer ou
diminuir. Se isso acontecer e em qualquer lugar essa droga for vendida,
o lucro dos traficantes será reduzido. E se estes já se matam sem a
mesma estar legalizada, com essa decisão certamente a violência irá
aumentar.
Em
segundo lugar, a maconha sendo uma droga que vicia, se for vendida sem
qualquer tipo de fiscalização ou repreendimento, o número de usuários
irá aumentar drasticamente. E por ser um mal que detrói famílias e
prejudica a nossa sociedade, não consigo entender o porquê legalizá-la.
Se essa ideia for aprovada só contribuirá para o aumento de adeptos que
usarão a droga em qualquer lugar, a qualquer hora e sem nenhum tipo de
receio.
Embora
várias pessoas possam pensar que se a maconha for liberada muitos irão
usar e morrer, eles estarão sob o efeito da droga e nesse estado nada
os impede de agredir pessoas inocentes que passam pela rua.
Portanto,
legalizar o uso de uma droga que todos sabem que só traz prejuízo às
pessoas, é uma ideia totalmente equivocada, por isso em vez de liberar
o seu uso devemos apoiar as autoridades que lutam contra o tráfico para
retirar essa ”planta da noite” das ruas.
Assinar:
Comentários (Atom)